FÉRIAS ALGARVIAS 2005
Eles eram 4, Bela, 47 anos, Gémeos, boa onda, condutora de fim de semana e a “pilota” nesta aventura, Cristina, 40 anos, Balança, devoradora de mapas e panfletos, “co-pilota”, Nelson, 23 anos, Caranguejo, recém saído de uma psicose grave e Joana, 12 anos, Balança, hormonalmente descompensada e a tentar descompensar os demais.
Segunda feira, dia 1 de Agosto de 2005
Depois de uma saída de Lisboa supervisionada pelo amigo Fernando, marido da co-pilota e grande amigo dos demais, encetaram a viagem/aventura a caminho do Algarve.
Era a 1ª grande viagem da Bela sozinha e ela sentia-se bem mais segura sabendo que tinha a seu lado, como co-pilota experiente e treinada, a sua amiga Cristina.
Puseram “rodas ao caminho”, cheias de boa disposição .... quer dizer, a Joana refilando com o pouco espaço de que dispunha e o Nelson verbalizando a sua ansiedade.
Primeira paragem na Estação de Serviço à saída da Ponte Vasco da Gama, para um cafézito, seguindo viagem até Alcácer, onde se propunham visitar o Irmão da Bela, Alfredo.
Alfredo, Alfredo, onde estás que tens a loja fechada ?
Após três telefonemas falhados e uma visita ao supermercado, lá aparece o tio Alfredo que fica “vermelho” de contente. Ele ficou feliz com a surpresa e eles também .... finalmente viram a loja nova!
Resolveram ir fazer uma surpresa à Maria, mulher de Alfredo e cunhada da Bela, ao Torrão .... mais 30 kilómetros para o interior do Alentejo ...
Grande surpresa, hem Maria ?
E o Vasco, sobrinho da Bela, nem acreditava ....
Foi o tempo de, à boa maneira portuguesa, a Cristina ficar a conhecer as lojas e a casa e logo se puseram “supostamente” a caminho de Ferreira ....
Ferreira essa que nunca mais aparecia, nem apareceu ........ os caminhos do Alentejo são muito traiçoeiros ....
Acabaram por ir dar a Vila Nova de Baronia, onde uns alentejanos simpáticos as informaram que estavam mal posicionadas para quem queria ir para o Algarve .... teriam que voltar para trás e após um cruzamento apanhar uma estrada que as levaria até Ferreira e daí para o Algarve.
E agora Cris ?
Esquerda ou direita ? Afinal era a co-pilota!
Indecisões à parte ... viraram à direita .... mas se calhar deviam ter virado à esquerda, não faz mal, vira-se outra vez para trás, mal, claro!
Muitos km à frente a Bela pensou ter visto uma tabuleta que talvez dissesse Ferreira .... seria ? Toca a virar para trás, again!!!
Chegadas a Odivelas, resolveram parar para almoçar ... o quê, o quê?
a bela da bifanita, pois então.
A seguir “on the road again”…
Ai Vilamoura, que longe ficas .... e porque não apareces?
Finalmente!!!! Lindos os caminhos que conduziram estas 4 almas ao MacDonalds, sítio de referência. Estacionaram e começaram à procura do Tália, edifício onde era suposto terem alojamento garantido, pois tinham chaves e tudo.
Afinal, o que parecia difícil tornou-se fácil e logo encontraram o que procuravam. Foi tão fácil que parecia mentira ... toca a subir, ver os aposentos e após 2 sobe e desce estavam instalados num 5º andar “delicioso”, com tamanho QB, vista estupenda, no centro de tudo, enfim .... so far so good!
Era tempo de arrumações e distribuição de espaços... Cris no seu melhor, dando uma de “fada do lar”, pois que até instalações de televisões ela providenciou com uma diligência que nem se acredita, O Nelson sempre ansioso, parecia o monstro das bolachas e só pensava em comida, a Joana punha as garras de fora e mostrava um pouco do seu “bom feitio” e a Bela já com falta de paciência ...
E porque não uma volta de reconhecimento ? Boa!!!
Cris queria multibanco, Nelson queria comer, Joana queria rapazes (sonhadora...) e Bela não sabia o que queria ....
A marina é um espectáculo imponente! Tudo é bonito ,,,, bom, no que respeita às pessoas há-as para todos os gostos, muita misturada, mas o quarteto estava numa boa ... foram vendo e amando.
Após a volta de reconhecimento, impunha-se ir fazer o jantar e para tal a Bela tinha levado munições .... hamburgueres com esparguete .... italiano “vero”.
De barriguinha cheia, lá foram passear outra vez, tomaram um cafézito, um queijinho do Algarve, passearam pela marina ...... e, no meio da confusão, lá foram vendo alternativas para o futuro jantar “fora de portas” que tinham idealizado fazer. Fartaram-se de andar e a Bela descobriu que a “ciática” dela ‘tava viva e mexia.
Chegar a casa foi balsâmico, pois estavam todos muito cansados ... o Nelson foi dormir, a Joana exerceu um pouquito e, finalmente, Bela e Cris leram qualquer coisita e dormiram....
Terça feira, dia 2 de Agosto de 2005
Levantar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer ...
9:00 h, e as duas matriarcas do quarteto foram ao supermercado, ao pão, alface e afins (odisseia matinal ....), tomaram a sua biquita e regressaram a casa a fim de elaborarem o farnel para o dia de praia que se avizinhava.
E não é que a praia ficava a meros 5 minutos de caminho?
Tudo estava perfeito naquele dia ..... e eles aproveitaram-na (a praia, claro!) até às 16h, hora a que resolveram ir experimentar a piscina do edifício e onde ainda se riram com as saídas pouco próprias do Nelson.
Às 17h foram para cima tomar os respectivos banhos e lanchar. De cansados que estavam, resolveram não sair antes do jantar, Relaxar foi a palavra de ordem ...
Jantaram cedinho, tortelinis com salada (uma 1ª vez para a Cris) e após tudo arrumadito partiram à aventura da descoberta da feira do livro que tinham visto anunciada em vários sítios.
Após muitas rotundas e gargalhadas lá encontraram a bendita da feira ... tomaram café, passearam, feiraram e resolveram ir ver o “outro lado” da marina. Muitas lojas, muito movimento, muitos restaurantes apetecíveis, gente bonita, gente feita, algumas aberrações, a Cris surpreendendo agradavelmente a Bela com a oferta de um malmequer de pano laranja, a Joana continuando à procura do “tal” rapaz giro que não aparece, o Nelson arrastando-se .... lá comeram um geladito cada um, a Joana comprou um anel, a Bela uma bandolete e “prontos”!!!
Regressaram à casita “emprestadada”, cansados mas não trôpegos... bom, o Nelson, coitado !!!
Para as três meninas ainda houve tempo para um joguito de poker que a Bela ganhou .... a Cris devia estar a ser amada intensamente e a Joana ainda é uma imberbe na arte de bem jogar.
Quarta feira, dia 3 de Agosto de 2005
9:00h tudo fora das camas para as primeiras lides.
Bela e Cris lá foram ao pão e aproveitaram para bicar e dar uma mirada na loja ao lado do David’s.
A seguir a bela da praia ... vento quente, ondas “baleia” e que bem que o quarteto esteve até às 15:00h. Depois valeu a piscina, onde se brincou ao jogo do anel, desta feita com novos participantes, alentejanos por sinal.
Às 17:00h casota, banhos e TV (Morangos com Açucar, imagine-se ).
Jantaram massinhas com salsichas e ovos escalfados (mais uma 1ª vez da Cris). Depois de tudo arrumadito lá foram passear outra vez.
Foram comer um geladinho e beber um café a um campo de mini golfe que se adivinhava espectacular, mas onde para jogar tinham de pagar 9 euros por pessoa, pelo que se ficaram mesmo pelo café e pelo gelado ... e por uns joguitos na casa das máquinas, onde se divertiram com o excesso de sorte da Cris e a falta de jeito do Nelson. Isto já para não falar do problema que a Cris tem com as portas de vidro que, supostamente, deveriam abrir sozinhas ... mas não abrem .... enfim!
Na cabeça meio descolorida da Bela só havia uma ideia .... ir em busca da Old Village, pois lhe tinham dito maravilhas daquele local e ela não só queria conhecer como dar a conhecer. Após ”everestes” de peripécias, enganos, rotundas e gritos lá conseguiram descortinar o caminho para a bendita Old Village. Isto com a Cris no seu melhor, a ler e a descodificar tabuletas no escurinho da noite ...
Valeu a pena, pois, apesar de ser noite cerrada, todos se aperceberam que aquilo era um mundo à parte ... tendo por isso decidido voltar no dia seguinte, já com a luz do sol, a fim de poderem apreciar melhor toda aquela beleza.
Regressaram pois à base para mais um joguito de poker, que a Cris limpou (ai Fernandito, que andas a fazer em Lisboa?), a Joana secundou e a Bela ‘tadita ficou em último.
Quinta feira, dia 4 de Agosto de 2005
A rotina do costume ... alvorada às 9:00h, ir ao pão, bicar, voltar, arrumar farnel e ir para a praia da Marina.
Oh, desgraça! Ondas “gigantescas ... a Cris em pânico, a Joana com dores por todo o lado, o Nelson chato como de costume, e a Bela farta dos “gaijos”...
“Alguém” pede à Cris para “dar um olhinho” pelos seus pertences e ela, bondosa, acede .... meia hora depois e já farta de praia, que naquele dia não estava a contento, ela começa a dar sinais de impaciência pura e dura pois ninguém aparece .... Cris impaciente é pior que homem bêbado! Bela resolve pedir, no seu melhor francês, a uns senhores para serem eles a dar “um olhinho” dali p’rá frente e lá saíram da praia ... a temperatura alta, o ar abafado e eles sedentos da calma da “paxaina”, como dizia a Joana.
E que bem que se estava na dita, calor QB, os putos a jogarem ao jogo do anel, Cris, qual Esther Williams, piscinava para cá e para lá e Bela, através de um telefonema, ficou a saber que a Teresa afinal só iria no Sábado, o que lhes dava mais um dia de folia.
Após uma retirada estratégica da “paxaina” por motivos de força urinária, foram para casa tomar os respectivos banhocos e lanchar.
Desta vez, o Nelson preferiu ficar no remanso do “lar doce lar” a ver os seus Moranguitos e as três “piquenas” resolveram ir arejar os físicos e os intelectos ... Assim, pegaram no carrito e lá foram elas a caminho de Old Village, para uma brilhante reportagem fotográfica. Regalaram as vistas com a beleza do aldeamento, comeram um geladito cada uma, a Bela perdeu um batom, foram ao supermercado, compraram uns postais com o bendito “Talia” e com a Old Village itself, e mais importante ainda, compraram papel higiénico.
Dali partiram para uma visita ao Museu Arqueológico, onde deram asas à imaginação e às pernocas, pois anda-se bastante. Não quiseram deixar de ir até às “bordas” da praia da Falésia, regressando pelo caminho da Marina, onde Cris e Joana se deixaram caricaturar por um “artista” que soube capturar a essência de cada uma .... ficaram giríssimas ....
Depois foram buscar o Nelson, pois era noite de jantar “out”.
Já na ruas de Vilamoura outra vez, iniciaram a busca do Restaurante BBB (bonito, bom e barato). Parecia tarefa árdua, mas nem tanto .... jantaram no Colonial, bastante agradável e com preços razoáveis. Mais uma 1ª vez para a Cris, que comeu cataplana de peixe.
A noite estava óptima e não dá p’ra imaginar o efeito que duas imperiais, três cafés e um sindoma pré-menstrual causaram na Cris .... um speed que não está escrito em enciclopédia alguma e que nem uma árdua caminhada na Marida, fazendo compras e planos para amanhã, conseguiram aplacar, até porque a Joana também estava eléctrica, contrariando o “arrastanço” do Nelson que já estava “morto”.
De regresso a casa, mais uma vez a Cris ganha o jogo do Poker (meu Deus, que andará o Nandito a fazer ...)
Contudo, o speed não pára .... e às 2:00 h da manhã ainda as “gaijas” mexiam e a Cris, no seu melhor estilo, faria rir um morto, se houvesse por ali algum.
Sexta feira, dia 5 de Agosto de 2005
Era o último dia de actividades .... contudo o dia não lhes sorriu .... tempo abafado, embrulhado, com vento, enfim não convidava à praia e por isso decidiram ir passear ... até Albufeira. Cumpriram o ritual de supermercado, bica e elaboração de farnel e lá partiram.
Como uma viagem tão curta pode ser tão intensa ....
Lá conseguiram chegar a Albufeira, estacionaram o carrito no Miradouro e foram explorar a Vila a pé.
Desceram, desceram, e após muita exploração, resolveram que queriam comer um simples doce do Algarve, coisa que parece difícil de conseguir, pelo menos em Albufeira. Quando finalmente conseguiram encontrar uma pastelaria com os ditos, a Cris sugeriu que se “avingassem” comendo dois cada um, com o que todos concordaram (oh, espanto!).
Continuaram a exploração com a respectiva reportagem fotográfica, compraram souvenires para mamães e titias, postais e eteceteras ...
Bela, numa ânsia de exploração que brotara de dentro dela ... resolve ir por caminhos nunca antes descobertos e, como sempre, dá com os burros na água, perante uma Cris já de beiça estendida, um Nelson “aflitinho” e uma Joana idem...
Andaram, andaram, até que se sentaram numa esplanada, com o único fim de irem ao WC da mesma .... que afinal não existia, tendo que ir, à vez, fazer os xixis e os cócós à casa de banho do hotel da praia. Foi lúdico .... e como diria Cris, nada como comprar papel higénico em Old Village e ir cagar ao Hotel em Albufeira.
Bom, alívios à parte, havia que regressar ao carro e comer ... oh, gente esfomeada!!!
Tarefa árdua, a de regressar ao carro, pois que, na ânsia de exploração, o mesmo estava longe p’ra caraças e muito lá p’ra cima. Mas, enfim, depois de muito palmilharem e muitas escadas subirem, lá chegaram ao bendito veículo, após o que comeram no Miradouro, todos em silêncio e não porque estivessem extasiados com as vistas, mas porque estavam famintos.
Já de barriguinha cheia, aí vão eles à descoberta de novos horizontes .... Praia da Oura ....redondel e vira p’ra cima, Santa Eulália ... aleluia! sítio para estacionar o “andante”!
Poisaram assim, “ao de leve”, na bela praia de Sta. Eulália, que é muito limpa e bonita, porém curta de espaço. Ainda se atreveram a uma banhoca no meio de ondas “apocalípticas”, no entender da Cris .
Mal secos, mas ansiosos por novos horizontes, aí vão eles aos Olhos d’Água para fazer mais um redondel e subir .... na direcção errada como sempre ....
Não fossem dois garbosos guardas e ainda lá andariam à procura do caminho para Vilamoura que afinal não existe mesmo, porém encontrando todos os caminhos sem saída que só a Bela conhece ...
Com a explicação, mais ou menos entendida, lá conseguiram achar o caminho de regresso ao doce lar, onde ainda houve “paxaina” para a Joana e para o Nelson, tendo a Cris e a Bela preferido recolher aos aposentos reais, pois já estão “velhas” para tantas andanças.
No meio disto tudo, existia um conluio entre Bela e Henrique, via telefónica, para que a Joana fosse para o Pai nesse mesmo dia à noite, indo o Henrique buscar a filha, imaginava-se que lá pela meia noite, ficando com ela nesse fim de semana em casa da irmã em Albufeira.
Bom, como era o último dia, resolveram jantar fora, pelo que, após banhos tomados e dose maciça de Morangos com Açucar até às 8:00 da noite, lá saíram, todos jeitosos, a caminho da Marina, para marcarem a sua vez na Pizza Hut.
Foi um jantar muito agradável .... tendo como pano de fundo a bela da Marina mesmo ali à beirinha ......
A Cris redescobrindo a logistica da Marina, meu Deus, p’ra que lado é que está o mar ?
Passearam, compraram prendas de última hora, o Nelson reclamando pela ceia e pela cama, a Joana só a pensar em mais um jogo de poker sem imaginar a surpresa que a espera e a Bela e a Cris a conspirarem pela calada.
De regresso a casa e com o Nelson já a dormir, ainda se jogou e, por volta da meia noite, o telefonema ... A Joana nem sonhava, foi muito engraçado ...
E assim, o quarteto ficou reduzido a trio ....
A Teresa tinha ficado de chegar no dia seguinte Sábado, por volta do meio dia pois tinha uma consulta à uma da tarde, após o que o trio regressaria a Lisboa.
Sábado, dia 6 de Agosto de 2005
De manhã bem cedinho, que os bons hábitos são para manter .... ainda foram as duas “piquenas” à bica, após o que arranjaram o farnel p’rá viagem e começaram a bulir para que tudo ficasse impecável.
Assim, e enquanto Cris e Nelson “diligentemente” carregaram e arrumaram as bagagens no carro (mais uma 1ª vez para a Cris), despejando assim o apartamento, a Bela arrumou, varreu e lavou, deixando tudo num “brinquinho”.
Já na rua, com carro brilhantemente arrumado pela Cris, coadjuvada por Nelsóide, receberam telefonema de Teresa com novas directrizes .... afinal já só vinha lá pelas 2h da tarde e queria disponibilidade para irem com ela a um sítio que ela pretendia mostrar ao Nelson antes da partida para Lisboa.
Pois era, havia que improvisar, pelo que, do farnel para a viagem fizeram almoço, picnicando no relvado em frente ao Olympus, e entretanto lá chegou a Teresa capricorniana, no seu melhor estilo, orientando, impondo e concretizando ....
Assim, e após uma série de peripécias, inclusive os dois elevadores avariados, havendo que levar bagagens para o 5º andar, coisa de pequena monta, fez-se com as duas pernas às costas e litros de suor.... lá foi o trio a caminho de nem eles sabiam o quê... (another first time for Cris)
Descobriram rapidamente .... foram para o Four Seasons Village, que é simplesmente delicioso, tomar um banho de piscina interior, verdadeiramente romanesco, cheio de colunas e escadinhas, um ambiente lindíssimo, onde terminaram com um jacuzi (mais uma 1ª vez da Cris e desta, também do Nelson) verdadeiramente orgásmico.
Depois desta orgia dos sentidos, havia que voltar à realidade e iniciar o caminho para Lisboa, o que fizeram depois de devolverem a Teresa ao namorado, tia e cão, que haviam ficado depositados em esplanada, à ordem... ou será que foi a prazo ?
Faltava sair de Vilamoura .... tarefa fácil pensarão, qual quê, esqueceram-se que era a Bela a conduzir e a Cris a co-pilotar ?
Isto de co-pilotar e meter creme na cara não tem nada a ver .... acrescentem-lhe uma pilota que, disso mesmo, só tinha o nome ....
Para além destes pormenores, faltava o pormenor maior de atestar de gasóleo .... o que conseguiram fazer ...., viraditas ao contrário, nem perguntem como nem porquê .... não saberia explicar ....
Bom, a vida é bela e após alguma atribulação, lá conseguiram apanhar a estrada que iria dar acesso à tal outra estrada que as levaria a Lisboa.
Foram fazendo paragens em todas as Estações de Serviço, ora para esticar as pernas e beber cafézito, ora para comer um gelado e dar oportunidade à Bela de se enganar novamente ... numa estação de serviço, pois então! Conseguindo um verdadeiro lugar ao sol no parque de estacionamento dos camiões .... não é fácil ser pilota, que é que pensam!!!
Chegaram sãos e salvos à hora prevista, 20:00 h, bem dispostos e de barriguinha cheia de BOAS FÉRIAS.