
Tendes sido testemunhas das minhas últimas vivências, estados de espírito e afins … sobretudo divagações em que me perco e me encontro e que, como gosto de partilhar, tenho partilhado …
Tento ser feliz … vou tentando fazer o melhor que sei e posso. Tento ser entusiasta não gosto de me vergar a um muro de lamentações ao qual não posso, não quero, nem devo encostar-me. Penso até, convencida que sou, que já me conheço o suficiente para poder descrever-me; para poder partilhar-me, finalmente, com todos aqueles que me lêem (paletes de leitores que eu tenho, lol).
Afinal, quem sou eu?
Que mulher se esconde por detrás destes estados, instáveis, de espírito? Quem é esta pessoa?
Às vezes simples, às vezes complicada...
Por natureza amo as pessoas e gosto! Sobretudo das que me acrescentam alguma coisa àquilo que já sou.
Sempre acabo por me fazer “à estrada” por minha conta e risco e já percebi há muito tempo que o mundo não cede nem um milímetro apenas porque estamos frustrados e ‘tá-se até ”borrifando” para quem teima em ser forte e continua a tentar ser feliz.
Tenho a ideia que sou independente, mas na realidade, nunca consigo, geralmente, resolver sozinha (….. pois conto sp com o apoio inestimável de amigos) os meus problemas.
Acredito que sou bem mais feliz do que grande parte da humanidade; amo viver e gosto de traçar objectivos uns atrás do outros …… quase nunca realizando nenhum mas sonhando com’ó caraças!
Já cometi erros no meu percurso (trilhiões deles), mas como diz uma amiga minha, sobrevivo lindamente a isso sem terapia!
Não gosto de arrependimentos, o que está feito, está feito e sendo verdade que não podemos modificar o passado, também é verdade que podemos olhá-lo e aprender, dando-lhe significado que justifique o nosso presente.
E é isso que eu faço!
Não sou dada a alimentação de estados depressivos, mas há alturas em que me sinto um pouco incompleta, como se fosse apenas uma espectadora da vida, que de vez em quando tem que fazer de árbitro no jogo da vida dos que me rodeiam, tentando ser, o mais possível, imparcial.
Existem mil e um motivos para que eu, a cada dia que passa possa orgulhar-me de ser quem sou e de ter a vida que escolhi, de entre as opções que tinha, mas nem sempre essa certeza impede este nó na garganta … Não tenho medo da morte, nem de arriscar, ou sequer de perder. O meu maior medo é o de não conseguir encontrar a tempo alguém com quem mereça a pena partilhar quem sou … … xiiiiiiiiiiiiiiii, mas onde é que me lava esta divagação?
Isto deve ser por causa da “porra” do dia dos namorados, de que toda a gente fala e eu, consumista como sou, nem posso comprar um postalito, porque não tenho a quem o dar … buááááá´!!!!
E pronto, foi mais uma conversa de mim para “comim” …………….
Tento ser feliz … vou tentando fazer o melhor que sei e posso. Tento ser entusiasta não gosto de me vergar a um muro de lamentações ao qual não posso, não quero, nem devo encostar-me. Penso até, convencida que sou, que já me conheço o suficiente para poder descrever-me; para poder partilhar-me, finalmente, com todos aqueles que me lêem (paletes de leitores que eu tenho, lol).
Afinal, quem sou eu?
Que mulher se esconde por detrás destes estados, instáveis, de espírito? Quem é esta pessoa?
Às vezes simples, às vezes complicada...
Por natureza amo as pessoas e gosto! Sobretudo das que me acrescentam alguma coisa àquilo que já sou.
Sempre acabo por me fazer “à estrada” por minha conta e risco e já percebi há muito tempo que o mundo não cede nem um milímetro apenas porque estamos frustrados e ‘tá-se até ”borrifando” para quem teima em ser forte e continua a tentar ser feliz.
Tenho a ideia que sou independente, mas na realidade, nunca consigo, geralmente, resolver sozinha (….. pois conto sp com o apoio inestimável de amigos) os meus problemas.
Acredito que sou bem mais feliz do que grande parte da humanidade; amo viver e gosto de traçar objectivos uns atrás do outros …… quase nunca realizando nenhum mas sonhando com’ó caraças!
Já cometi erros no meu percurso (trilhiões deles), mas como diz uma amiga minha, sobrevivo lindamente a isso sem terapia!
Não gosto de arrependimentos, o que está feito, está feito e sendo verdade que não podemos modificar o passado, também é verdade que podemos olhá-lo e aprender, dando-lhe significado que justifique o nosso presente.
E é isso que eu faço!
Não sou dada a alimentação de estados depressivos, mas há alturas em que me sinto um pouco incompleta, como se fosse apenas uma espectadora da vida, que de vez em quando tem que fazer de árbitro no jogo da vida dos que me rodeiam, tentando ser, o mais possível, imparcial.
Existem mil e um motivos para que eu, a cada dia que passa possa orgulhar-me de ser quem sou e de ter a vida que escolhi, de entre as opções que tinha, mas nem sempre essa certeza impede este nó na garganta … Não tenho medo da morte, nem de arriscar, ou sequer de perder. O meu maior medo é o de não conseguir encontrar a tempo alguém com quem mereça a pena partilhar quem sou … … xiiiiiiiiiiiiiiii, mas onde é que me lava esta divagação?
Isto deve ser por causa da “porra” do dia dos namorados, de que toda a gente fala e eu, consumista como sou, nem posso comprar um postalito, porque não tenho a quem o dar … buááááá´!!!!
E pronto, foi mais uma conversa de mim para “comim” …………….
1 comentário:
fogo, tantas voltas e voltinhas só pq n tens a quem dar um postalinho???
OPA DÁ-ME A MIM, E ACABASSE JÁ AS VOLTINHAS XD
amo-teeeeee "namorada"
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