
Eu acredito e para sempre hei-de acreditar …
Acredito que sim, que posso pensar, imaginar e criar.
Acredito que posso curar as minhas emoções dolorosas e aliviar o meu sofrimento, se pensar diferente.
Acredito que posso viver a minha vida como gosto.
Acredito que posso viver a minha vida como gosto.
Acredito que posso e devo questionar todos os formatos de felicidade e que posso criar o meu próprio formato de felicidade.
Acredito que não sou uma falhada só porque não tenho um curso, um carro, uma boa conta bancária ou o belo do cartão de crédito.
Acredito que não sou uma falhada só porque não tenho um curso, um carro, uma boa conta bancária ou o belo do cartão de crédito.
Acredito que existe tudo para além de mim e melhor, em mim.
Acredito que existe muito para além do vejo, ouço ou sinto.
Acredito que posso fazer a diferença com actos e palavras.
Acredito que podemos mudar.
Acredito que somos condicionados uns pelos outros e que todos precisamos de todos.
Acredito que posso viver sem culpa, apesar de cometer muitos erros e ser culpada pela maior parte deles. Vivendo e aprendendo …
Acredito que posso viver sem culpa, apesar de cometer muitos erros e ser culpada pela maior parte deles. Vivendo e aprendendo …
Acredito que posso e devo sonhar para além da conta ……… sp acreditando em mim, claro!!!
1 comentário:
Eu acredito que é bom acreditar. Mas melhor ainda é reflectir. Reflectir no que se há de acreditar. Reflectir no que não se acredita. Reflectir no que os outros acreditam. E aí, imaginar sobre o que se deve reflectir. Para poder acreditar, preciso de algo forte para me fazer reflectir, e imaginar, que algo é forte e valoroso o suficiente para me fazer acreditar. Eu acredito em todos, reflicto sobre o porquê de acreditar, e chego à conclusão que acredito sempre na boa-vontade de todos, mesmo que assim não seja. Quando deixa de ser assim, reflicto, e imagino, e aí tiro a cortina que mantinha-se pendurada a minha frente. Mas mesmo assim não paro de acreditar. Porquê? Não sei, devo ser burro ou ingénuo. Mas como li por aí algures, "E porque não? É tão bom acreditar ..."
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